Olá, bom dia!
Na revista Carta Capital dessa semana (21 a 28 de fev), na coluna Rosa dos Ventos o autor Maurício Dias trata da questão da desigualdade social no Brasil. Pois é, apesar das mídias contra e a favor do governo, nenhuma fala do assunto. O Brasil aparece, no ranking da CEPAL, como último colocado. Isso apesar do "governo Lula" ter emitido alguns "programas sociais" (os chamados bolsas tudo ou quase tudo). O estudo concluído em janeiro 2010 pela Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL) - "Evasão e desigualdade na América Latina e Caribe", reitera mais uma vez que os países da AL, embora não sejam os mais pobres do mundo, SÃO OS DE MAIOR DESIGUALDADE. O estudo destaca, particularmente, a importãncia do papel do Estado nas políticas de distribuição de renda "tanto por meio do uso de instrumentos relacionados com o gasto público quanto pelos instrumentos vinculados aos sistemas tributários".
No estudo o Brasil é colocado como foco em alguns momentos. E SE SAI MUITO MAL EM ALGUNS CASOS, quando se observa o coeficiente de GINI, onde o número "ZERO" corresponde à igualdade perfeita e "UM" representa a desigualdade perfeita. Nosso "gigante adormecido" do continente aparece em ÚLTIMO LUGAR com 0,58, quando a média é 0,53.
Pois é...entra governo e sai governo e vemos esses e outros índices pouco favoráveis. E se você viajar para o interior do Brasil, nos rincões mais longínquos, aí sim perceberá o que é pobreza, miséria...É só dar uma passeada pelo interior da Bahia, Piauí, Alagoas, Maranhão, só para citar alguns dos estados brasileiros onde as políticas públicas nunca chegam. E quando chegam param nas mãos dos mesmos de sempre. Ao povo, o resto dos restos, nem pensar em batatas.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
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